domingo, outubro 09, 2011
dilema.
- por:
isabela midori
às
16:47
acho que um dos meus maiores dilemas é esse meu incansável vício para escrever. é uma necessidade, quase que parte de mim, que insiste em que meus pensamentos sejam sempre poéticos para assim relatá-los mais tarde. talvez algum dia eu realmente consiga me livrar disso. ou talvez seja bom pra mim. não sei. me perco tanto nessas voltas, e idas e vindas sem rastros. acho que de repente eu poderia cortar este meu mal pela raíz. que assim o seja. ou alguém o faça por mim. já não sei se me resta coragem. coragem. está aí uma palavra que me esqueci completamente o que é. não sei como perdi, não sei se foi melhor. quem sabe eu estaria melhor hoje.
sábado, outubro 08, 2011
por mim mesma.
- por:
isabela midori
às
22:28
eu poderia dizer aqui tantas coisas que venho pensando ultimamente, elaborando e construindo frases intermináveis, parece até que entre tantas idéias é até difícil encontrar um ponto final.
quando escrevo é tão simples ditá-lo. é um mundo indiscutivelmente maravilhoso. e se tu conseguisses navegar dentro desse mar que flutua e sem fim. imagino-o como um lugar azul cobalto, mas sendo puxado para tons mais negros, obscuros. em dias assim até gosto de apreciar um dia lindo a céu aberto. respirar as nuvens que se dispersam e que de repente se juntam e fazem chover. não há. ora pois, não lhe disse a tu? a vida se esvai a cada segundo que se passa. e nem parece. ou eu que não quero sentir.
uma vinda inteira se esvaiu de minh'alma para dar lugar a algo mais belo. e daí se me tornei algo singular? pois lhe tenho a certeza de que no fundo não estou só. e nem é tão ruim assim. consigo até sorrir.
quando escrevo é tão simples ditá-lo. é um mundo indiscutivelmente maravilhoso. e se tu conseguisses navegar dentro desse mar que flutua e sem fim. imagino-o como um lugar azul cobalto, mas sendo puxado para tons mais negros, obscuros. em dias assim até gosto de apreciar um dia lindo a céu aberto. respirar as nuvens que se dispersam e que de repente se juntam e fazem chover. não há. ora pois, não lhe disse a tu? a vida se esvai a cada segundo que se passa. e nem parece. ou eu que não quero sentir.
uma vinda inteira se esvaiu de minh'alma para dar lugar a algo mais belo. e daí se me tornei algo singular? pois lhe tenho a certeza de que no fundo não estou só. e nem é tão ruim assim. consigo até sorrir.
quarta-feira, agosto 17, 2011
mudar e o ato de.
- por:
isabela midori
às
23:10
alguém algum dia comentou para um terceiro individuo: 'porque mudar exige muito esforço. e como convencer as pessoas a saírem do conforto em que se encontram? é muito difícil.'
e não é que era verdade? tantas vezes eu mesma mal julguei atitudes de alheios que (mesmo vistos de longe, como o agora) ainda continuam errados, me encontro agora aqui. e agora josé?
a festa acabou? a luz se apagou? e agora... é agora!
e não é que era verdade? tantas vezes eu mesma mal julguei atitudes de alheios que (mesmo vistos de longe, como o agora) ainda continuam errados, me encontro agora aqui. e agora josé?
a festa acabou? a luz se apagou? e agora... é agora!
quinta-feira, julho 21, 2011
sobre a pulga que dá angústia
- por:
isabela midori
às
00:00
me incomoda as pessoas terem essa necessidade tão grande de cultivar a perfeita imagem hollywoodiana que embutiram na formação da maturidade.
o que me deixa triste é que as pessoas insistem em crer que se tornar um adulto maduro é ser sério. é não sorrir pra atos bobos. é acreditar no racional e esquecer e abandonar esse lado criativo e que por ora nos preenche o coração sem dizer o porquê. e eu não estou falando de amor. apenas aquilo que pode não existir, se você, é claro, assim o quiser.
o que me deixa triste é que as pessoas insistem em crer que se tornar um adulto maduro é ser sério. é não sorrir pra atos bobos. é acreditar no racional e esquecer e abandonar esse lado criativo e que por ora nos preenche o coração sem dizer o porquê. e eu não estou falando de amor. apenas aquilo que pode não existir, se você, é claro, assim o quiser.
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